blog com objetivo de mostrar atividades e exercicios realizados nas materias de Algoritmos e Funtamentos da Computação FATEC ID
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domingo, 5 de dezembro de 2010
9) Apresente os resultados das operações lógicas abaixo:
0.1= 0
A+1= 1
1.1= 1
1+0= 1
A.1= A
A+0= A
B.0= 0
0+0= 0
A+1= 1
1.1= 1
1+0= 1
A.1= A
A+0= A
B.0= 0
0+0= 0
6) O que indicam as denominações SSI, MSI, LSI, VLSI e ULSI?
As portas lógicas e circuitos lógicos mais complexos são fornecidos pela indústria como Circuitos Integrados (CIs) digitais. CIs digitais são um conjunto de resistores, diodos, capacitores e transistores fabricados sobre o mesmo substrato de material semicondutor (geralmente, sílicio), cuja denominação comum é chip.
Os CIs digitais são classificados de acordo com sua complexidade, medida pela quantidade de portas lógicas no substrato. Atualmente, existem seis níveis de complexidade que estão mostrados na tabela abaixo:
5) Ilustre exemplos de Circuitos Combinacionais e de Circuitos Sequenciais.
4) Qual a diferença básica entre um circuito combinacional e um circuito sequencial?
Um circuito combinacional é constituído por um conjunto de portas lógicas as quais determinam os valores das saídas diretamente a partir dos valores atuais das entradas. Pode-se dizer que um circuito combinacional realiza uma operação de processamento de informação a qual pode ser especificada por meio de um conjunto de equações Booleanas. No caso, cada combinação de valores de entrada pode ser vista como uma informação diferente e cada conjunto de valores de saída representa o resultado da operação. Um circuito seqüencial, por sua vez, emprega elementos de armazenamento denominados latches e flip-flops, além de portas lógicas. Os valores das saídas do circuito dependem dos valores das entradas e dos estados dos latches ou flip-flops utilizados. Como os estados dos latches e flip-flops é função dos valores anteriores das entradas, diz-se que as saídas de um circuito seqüencial dependem dos valores das entradas e do histórico do próprio circuito. Logo, o comportamento de um circuito seqüencial é especificado pela seqüência temporal das entradas e de seus estados internos.
3) Em qual condição de entrada a saída de uma porta OR será 0?
Uma porta lógica OR só será O (falso), se ambas as entradas dessa porta também forem O (falso).
Como na tabela abaixo, a entrada A e a entrada B, na primeira linha, ambas são O (falsos), então, a saída também será O (falso). Caso contrário as saídas serão 1 (verdadeiro).
| A | B | C |
| 0 | 0 | 0 |
| 0 | 1 | 1 |
| 1 | 0 | 1 |
| 1 | 1 | 1 |
2) O que são as funções lógicas e as portas lógicas?
Portas lógicas ou circuitos lógicos, são dispositivos que operam um ou mais sinais lógicos de entrada para produzir uma e somente uma saída, dependente da função implementada no circuito. São geralmente usadas em circuitos eletrônicos, por causa das situações que os sinais deste tipo de circuito podem apresentar: presença de sinal, ou “1″; e ausência de sinal, ou “0″. As situações “Verdadeira” e “Falsa” são estudadas na Lógica Matemática ou Lógica de Boole; origem do nome destas portas. O comportamento das portas lógicas é conhecido pela tabela verdade que apresenta os estados lógicos das entradas e das saídas.
1) Qual a relação existente entre a Álgebra de Boole e os computadores digitais?
George Boole publicou, em 1840, o seu primeiro trabalho original e em 1844 foi condecorado com a medalha de ouro da Royal Society pelo seu trabalho sobre cálculo de operadores. Em 1847 publica um volume sob o título The Mathematical Analysis of Logic em que introduz os conceitos de lógica simbólica demonstrando que a lógica podia ser representada por equações algébricas.
Em 1937, cerca de 75 anos após a morte de Boole, Claude Shannon, então estudante no MIT – Boston, USA – estabeleceu a relação entre a Álgebra de Boole e os circuitos eletrônicos transferindo os dois estados lógicos (SIM e NÃO) para diferentes diferenças de potencial no circuito. Atualmente todos os computadores usam a Álgebra de Boole materializada em microchips que contêm milhares de interruptores miniaturizados combinados em portas (gates) lógicos que produzem os resultados das operações utilizando uma linguagem binária.
Para descrever os circuitos que podem ser construídos pela combinação de portas lógicas, um novo tipo de álgebra é necessário, uma em que as variáveis e funções podem ter apenas valores 0 e 1. Tal álgebra é denominada álgebra booleana, devido ao seu descobridor, o matemático inglês George Boole (1815 – 1864). Do mesmo modo que existem funções em álgebra “comum”, também existem funções na álgebra booleana. Uma função booleana tem uma ou mais variáveis de entrada e fornece somente um resultado que depende apenas dos valores destas variáveis. Como uma função de n variáveis possui apenas 2n conjuntos possíveis de valores de entrada, a função pode ser descrita completamente através de uma tabela de 2n linhas, cada linha mostrando o valor da função para uma combinação diferente dos valores de entrada.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
(L2) 5º O maior e menor dígito em qualquer base vale quanto, respectivamente?
O maior dígito é sempre o da base – 1
O menor 0.
O menor 0.
(L2) 4º Quais são as bases dos sistemas de numeração decimal, binário, octal e hexadecimal?
Decima l = 10
Binário = 2
Octal = 8
Hexadecimal = 16
Binário = 2
Octal = 8
Hexadecimal = 16
(L2) 3º Explique e exemplifique Sistema de Numeração Posicional e Sistema de Numeração Não Posicional?
Sistema numérico posicional é o nome dado a propriedade de um número variando o seu valor dependendo da posição em que ocupa dentro de uma ordem de valores.O sistema decimal por exemplo.
O numero recebe um valor diferente quanto ele muda de posição exemplo:
01 que equivale a um.
10 que é igual a dez.
sistema numérico não posicional, são aqueles em que o valor atribuído a um símbolo não se altera, independentemente da posição em que ele se encontre no conjunto de símbolos que está representando um
número. O sistema de numeração romano antigo
O numero recebe um valor diferente quanto ele muda de posição exemplo:
01 que equivale a um.
10 que é igual a dez.
sistema numérico não posicional, são aqueles em que o valor atribuído a um símbolo não se altera, independentemente da posição em que ele se encontre no conjunto de símbolos que está representando um
número. O sistema de numeração romano antigo
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Bastão de Napier (L3)
Com a finalidade de auxiliar às operações de multiplicação, o nobre escocês e matemático John Napier (1550-1617) criou os bastões de Napier. Eram um conjunto de 9 bastões, um para cada dígito, que transformavam a multiplicação de dois números numa soma das tabuadas de cada dígito.
Bastões de Napier mostrando a multiplicação de 6 por 384
Coloca-se o primeiro bastão (de número 1) e os outros (3, 8 e 4) em ordem.
1-Na linha onde está o número que multiplicará, encontra-se o resultado da multiplicação dele pelo número do bastão. Por exemplo: 6 x 3 = 18
2- Como calcular: pegue os número que aparecem na parte superior da linha (nesse caso são os números 1, 4 e 2)
Coloque-os assim:
Junte com os da linha de baixo, no entanto deixe um espaço após o 2 como se o número fosse 1420.
E então some, o valor será o mesmo de 6 x 384 !
Coloca-se o primeiro bastão (de número 1) e os outros (3, 8 e 4) em ordem.
1-Na linha onde está o número que multiplicará, encontra-se o resultado da multiplicação dele pelo número do bastão. Por exemplo: 6 x 3 = 18
2- Como calcular: pegue os número que aparecem na parte superior da linha (nesse caso são os números 1, 4 e 2)
Coloque-os assim:
Junte com os da linha de baixo, no entanto deixe um espaço após o 2 como se o número fosse 1420.
E então some, o valor será o mesmo de 6 x 384 !
Historia do Disquete ao Pen Driver
O disquete nasceu da necessidade de um meio de armazenamento de dados barato. Em 1967, a IBM precisava mandar freqüentes atualizações de seus softwares para seus clientes, e David Noble foi incumbido da tarefa de criar um meio de armazenamento que custasse menos de 5 dólares. Noble criou um disco de 8 polegadas e 80 kB que era somente para leitura, mas logo descobriu que a sujeira estragava rapidamente o disco. Assim, criou a capa que encobre os disquetes, e que se tornaram sua marca característica.
O desenho abaixo está presente no documento em que a IBM patenteou sua invenção.
História dos drives de disquete
O drive de disquete, ou drive de disco flexível, foi inventado na IBM por Alan Shugart, em 1967. Os primeiros drives de disquete utilizavam um disco de 8 polegadas (mais adiante chamado de "disquete" quando teve seu tamanho reduzido), que evoluiu até se tornar um disco de 5,25 polegadas, que foi utilizado no primeiro computador pessoal IBM, em agosto de 1981. O disco de 5,25 polegadas tinha capacidade para armazenar 360 kilobytes - contra os 1,44 megabytes dos disquetes de 3,5 polegadas atuais.
Os discos de 5,25 polegadas foram intitulados "flexíveis" porque a embalagem dos disquetes era um envelope de plástico muito flexível, diferente do invólucro rígido utilizado para armazenar os disquetes de 3,5 polegadas atuais.
Por volta da metade dos anos 80, os projetos aprimorados das cabeças de leitura/gravação, bem como os aprimoramentos na mídia de gravação magnética, abriram caminho para um drive de disquete de 3,5 polegadas menos flexível, com capacidade de 1,44 MB, que é utilizado atualmente. Por vários anos, os computadores utilizaram dois tamanhos de drive de disquete: 3,5 polegadas e 5,25 polegadas. Mas, na metade dos anos 90, a versão de 5,25 polegadas foi perdendo popularidade, em parte porque a superfície de gravação do disquete podia ser contaminada facilmente por impressões digitais através da área de acesso livre.
A capa flexível que encobria o disquete fazia com que este fosse carinhosamente chamado de "disco flexível" (floppy disk). Esta mesma capa levava usuários inexperientes a cometerem erros crassos, como dobrar ou grampear os discos.
Logo o disquete foi melhorando, sua capacidade e durabilidade aumentando. Também foi desenvolvido o disquete que podia gravar dados, além de lê-los. Ainda assim, a maioria dos computadores da época usava a fita cassete como meio de armazenamento, devido ao alto custo dos drives de disquete (que muitas vezes custavam mais que o próprio computador).
Em 1975, o tão-famoso disco de 5 1/4 polegadas foi criado, mas a fábrica que o construíu não viu futuro para ele e o projeto foi arquivado. Somente em 1978 estes disquetes começaram a ser distribuídos, e logo se tornaram muito populares, pois os drives necessários para lê-los eram muito mais baratos. O novo disco foi também aumentando de tamanho até chegar aos 1.2 Mb de espaço - muito, considerando que os HDs da época iam até no máximo 20 Mb.
Em 1982, a Sony criou o disquete de 3 1/2 polegadas, que funcionavam apenas nos seus computadores. Mas logo outros fabricantes começaram a usar o formato e ele se tornou dominante na indústria. Embora a capa que o recobria agora fosse dura, o disquete continuava sendo chamado de "disco flexível".
Hoje, o disquete está rapidamente se tornando obsoleto. Meios digitais mais confiáveis, rápidos e com mais capacidade como o CD e o pen drive estão fazendo com que menos e menos computadores venham com o drive de disquete. Mas o disquete deixou sua marca, e isto pode ser facilmente visto nos menus dos programas, onde o disquete ainda é usado como símbolo para "gravar".
Pen drive é um dispositivo com memória flash e conector USB que funciona como unidade de armazenamento removível. Basta plugá-la na porta USB do computador para que seja reconhecida como uma nova unidade de armazenamento pronta para ser utilizada.
A memória pen drive também é conhecida por outros nomes: memory key, chaveiro USB, flash drive, flash memory, mini HD, entre outros. No Brasil é popularmente conhecida pelo nome de pen drive.
A grande vantagem desse dispositivo é ser compacto (tamanho aproximado de um chaveiro) com a possibilidade de ter uma grande capacidade de armazenamento, você pode transportá-la para qualquer lugar e plugá-la em qualquer computador com uma porta USB. Podemos dizer que a pen drive tem a função de um mini HD removível.
O desenho abaixo está presente no documento em que a IBM patenteou sua invenção.
História dos drives de disquete
O drive de disquete, ou drive de disco flexível, foi inventado na IBM por Alan Shugart, em 1967. Os primeiros drives de disquete utilizavam um disco de 8 polegadas (mais adiante chamado de "disquete" quando teve seu tamanho reduzido), que evoluiu até se tornar um disco de 5,25 polegadas, que foi utilizado no primeiro computador pessoal IBM, em agosto de 1981. O disco de 5,25 polegadas tinha capacidade para armazenar 360 kilobytes - contra os 1,44 megabytes dos disquetes de 3,5 polegadas atuais.
Os discos de 5,25 polegadas foram intitulados "flexíveis" porque a embalagem dos disquetes era um envelope de plástico muito flexível, diferente do invólucro rígido utilizado para armazenar os disquetes de 3,5 polegadas atuais.
Por volta da metade dos anos 80, os projetos aprimorados das cabeças de leitura/gravação, bem como os aprimoramentos na mídia de gravação magnética, abriram caminho para um drive de disquete de 3,5 polegadas menos flexível, com capacidade de 1,44 MB, que é utilizado atualmente. Por vários anos, os computadores utilizaram dois tamanhos de drive de disquete: 3,5 polegadas e 5,25 polegadas. Mas, na metade dos anos 90, a versão de 5,25 polegadas foi perdendo popularidade, em parte porque a superfície de gravação do disquete podia ser contaminada facilmente por impressões digitais através da área de acesso livre.
A capa flexível que encobria o disquete fazia com que este fosse carinhosamente chamado de "disco flexível" (floppy disk). Esta mesma capa levava usuários inexperientes a cometerem erros crassos, como dobrar ou grampear os discos.
Logo o disquete foi melhorando, sua capacidade e durabilidade aumentando. Também foi desenvolvido o disquete que podia gravar dados, além de lê-los. Ainda assim, a maioria dos computadores da época usava a fita cassete como meio de armazenamento, devido ao alto custo dos drives de disquete (que muitas vezes custavam mais que o próprio computador).
Em 1975, o tão-famoso disco de 5 1/4 polegadas foi criado, mas a fábrica que o construíu não viu futuro para ele e o projeto foi arquivado. Somente em 1978 estes disquetes começaram a ser distribuídos, e logo se tornaram muito populares, pois os drives necessários para lê-los eram muito mais baratos. O novo disco foi também aumentando de tamanho até chegar aos 1.2 Mb de espaço - muito, considerando que os HDs da época iam até no máximo 20 Mb.
Em 1982, a Sony criou o disquete de 3 1/2 polegadas, que funcionavam apenas nos seus computadores. Mas logo outros fabricantes começaram a usar o formato e ele se tornou dominante na indústria. Embora a capa que o recobria agora fosse dura, o disquete continuava sendo chamado de "disco flexível".
Hoje, o disquete está rapidamente se tornando obsoleto. Meios digitais mais confiáveis, rápidos e com mais capacidade como o CD e o pen drive estão fazendo com que menos e menos computadores venham com o drive de disquete. Mas o disquete deixou sua marca, e isto pode ser facilmente visto nos menus dos programas, onde o disquete ainda é usado como símbolo para "gravar".
Pen Driver
Pen drive é um dispositivo com memória flash e conector USB que funciona como unidade de armazenamento removível. Basta plugá-la na porta USB do computador para que seja reconhecida como uma nova unidade de armazenamento pronta para ser utilizada.
A memória pen drive também é conhecida por outros nomes: memory key, chaveiro USB, flash drive, flash memory, mini HD, entre outros. No Brasil é popularmente conhecida pelo nome de pen drive.
A grande vantagem desse dispositivo é ser compacto (tamanho aproximado de um chaveiro) com a possibilidade de ter uma grande capacidade de armazenamento, você pode transportá-la para qualquer lugar e plugá-la em qualquer computador com uma porta USB. Podemos dizer que a pen drive tem a função de um mini HD removível.
domingo, 15 de agosto de 2010
(L1-30)Para onde você acha que caminha o futuro dos computadores? Quais os fatores que você levou em consideração para formar a sua opinião?
Acredito que no futuro o computador venha a ter um papel maior em nossas vidas, como ferramenta de educação principalmente, seu uso deixará de ser meramente para negócios ou hobby, mas fará parte da educação através do ensino colaborativo e da educação a distância. O compartilhamento de informações na Internet é muito importante para o desenvolvimento educacional, é como uma grande enciclopédia formada por pessoas do mundo inteiro. A educação a distância vem provando que com empenho é possível construir uma formação sólida dependendo somente da vontade de aprendizagem do usuário. Além disso, acredito que o software livre e os movimento a favor do compartilhamento de músicas, vídeos e documentos ganhará mais força, movimento este, que já tem grande alcance, afinal estamos rumando á um mundo livre, onde o conhecimento advém do compartilhamento.
(L1-29)Quais são, na sua opinião, as razões pelas quais a revolução dos computadores progrediu tanto em tempo tão curto?
A necessidade de se ter uma comunicação mais rápida e o crescente avanço da tecnologia permitiu que os computadores evoluíssem também, já que se tornaram instrumentos indispensáveis a nossas vidas com o passar dos anos. A criação de novos computadores, cada vez mais completos e com mais funcionalidades, além de garantir uma comunicação mais eficaz, garante negócios mais lucrativos. Numa sociedade capitalista, tempo é literalmente dinheiro, e portanto quanto mais rápido e mais evoluído um computador, mais lucro existe.
(L1-28) 28. Como podem ser classificados os computadores quanto à característica de construção, quanto ao princípio de construção (natureza), quanto ao âmbito e quanto ao porte? Descreva as características de cada uma das categorias.
- Quanto à característica de construção:
- 1ª GERAÇÃO: computadores baseados em tecnologia de VÁLVULA
- 2ª GERAÇÃO: computadores baseados em tecnologia de TRANSISTOR
- 3ª GERAÇÃO: computadores baseados em tecnologia de CIRCUITO INTEGRADO.
- Quanto ao princípio de construção:
- Analógico
- Digital
- A diferenciação entre o que chamamos de computador analógico e computador digital é que os analógicos realizam operações aritméticas por meio de analogia (sistema de representação de fenômenos por meio de pontos de semelhança), ou seja, não trabalham com números ou símbolos que representem os números, eles fazem analogia direta entre as quantidades; eles medem as quantidades a serem trabalhadas, tendo, portanto, uma analogia entre os valores com os quais pretende trabalhar e os valores internos da máquina.
Já os computadores digitais trabalham diretamente com números, ou seja trabalham realizando operações diretamente com os números, enquanto os analógicos medem. - Quanto ao âmbito:
- Propósitos Gerais
- Propósitos Específicos
- Quanto ao porte:
- Supercomputadores
- Mainframes
- Minicomputadores
- Estações de Trabalho
- Computadores Pessoais
(L1-27)Quais os componentes de um sistema de computação?
Um sistema de computação está organizado em 3componentes: o hardware e o software e o peopleware.
(L1-26)O que é um sistema de Computação?
Um sistema de computação é, obviamente, um sistema que realiza computações.
Computações são, abstratamente, transformações solicitadas produzidas por um sistema (de computação), sobre elementos de entrada, com o objetivo de produzir elementos na saída, de uma forma coerente, desejável e previsível. Isto é, uma computação tem que produzir resultados úteis a um utilizador ou usuário.
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